Imagine um médico que diga que a água é uma maldição. Certamente, seria considerado louco. Talvez, teria seu CRM cassado. Mas é importante saber a que tipo de paciente ele está se dirigindo. Segundo especialistas, a cólica renal, causada por pedra nos rins, está enquadrada entre as dores mais insuportáveis que um ser humano pode sentir. Antigamente, dizia-se que, para eliminar um cálculo renal, bastava beber muita água. A lógica parece simples: a água, ao passar pela bexiga, empurraria a pedra para fora. Porém, há um sério problema com essa teoria. E se a pedra for maior do que o canal da uretra? Nesse caso, o efeito é oposto ao esperado. Em vez de trazer alívio, ingerir bastante água empurra a pedra com mais força contra um canal estreito demais para as dimensões dela, piorando a dor excruciante. O problema não está na água, que em si é essencial, mas em como ela é utilizada diante da condição daquele paciente.
Agora, imagine um povo que, por gerações, recebeu algo do próprio Deus, acreditando que, seguindo esse algo com devoção, encontraria vida. Então, imagine que, de repente, surge um líder dizendo que esse algo, em vez de libertá-los, aprisiona-os em correntes invisíveis, mantendo-os debaixo de maldição. O choque é imediato. Seria esse presente divino agora um carcereiro implacável? Como poderia algo, que o povo sempre considerou sua segurança, ser agora sua prisão? A confusão se instala. Estaria o mensageiro desacreditando antigas verdades ou revelando algo que sempre esteve ali, mas não estava sendo lembrado ou percebido? Assim foi a chegada da carta aos Gálatas. Ela não trazia qualquer novidade às Escrituras, mas foi uma verdadeira bomba na comunidade cristã do primeiro século! Muito menos, traz novidades hoje, mas continua sendo uma verdadeira bomba quando realmente entendida em nossos dias! Nessa epístola, o apóstolo Paulo levantou uma questão que ninguém ousava enfrentar.
Essa questão diz respeito ao sério problema de buscarmos salvação por nosso desempenho, bondade e obediência à lei. Uma vez que a lei encerra todos debaixo de maldição (Gl 3.10, 22-23), ela é o carcereiro, o inexorável guarda que trancafia os prisioneiros – a saber, toda (Rm 3:19) a humanidade – e os impede de serem libertos. À primeira vista, a conclusão é que Paulo está maldizendo a lei, uma vez que esta parece cruel e tirânica. Contudo, é o exato oposto! O fato da lei ser o carcereiro da humanidade é precisamente um dos motivos por que ela é boa. Alguém acha que o carcereiro do Maníaco do Parque ou de Fernandinho Beira-mar é mau porque impede a fuga deles? Muito pelo contrário! Mau ele seria se o libertasse, não é mesmo? A não ser que creiamos que eles não são tão maus assim.
A maldade dos encarcerados
Um dos problemas quando pensamos que, de alguma forma, é possível sermos libertos por intermédio da lei e atingirmos a salvação por nosso desempenho e moralidade é que partimos do pressuposto de que nem somos tão maus assim. Entretanto, não é isso o que a Escritura ensina quanto à natureza humana (Gn 5.1-3; 6.5; 8.21; Sl 51.5; 58.3; Je 13.25; 17.9; Mt 7.22-23; Mc 7.22-23; Jo 6.44; Rm 3.10-18; 8.7-8; 7.14). A Bíblia afirma que somos maus e merecemos a justa ira de Deus (Rm 1.18).
Assim, tal como é bom o carcereiro que mantém presos os maus; a lei, que é boa, não pode, sob hipótese alguma, livrar o homem, pois este é mau. Nosso crime é incomensuravelmente grave, e, do mesmo modo que ocorre em qualquer código penal justo, a pena para um crime tão grave jamais poderá ser amenizada por nosso bom comportamento. De fato, tamanha é a gravidade de nossa transgressão que merecemos a pena capital (Rm 6.33). A lei apenas prova o quanto é merecida essa sentença e, por isso, encarcera o pecador debaixo de seu poder. Logo, não há conflito quando a Bíblia diz que a lei nos encerra sob maldição e, ao mesmo tempo, que “a lei é santa, justa e boa” (Rm 7.12), pois é exatamente porque ela é santa, justa e boa que, com justiça, condena o ser humano, que é mau.
Ao condenar e aprisionar o homem, a lei cumpre exatamente o bom propósito que Deus lhe designou. Nesse caso, ela não foi dada para nos conceder liberdade e vida, “pois se tivesse sido dada uma lei que pudesse conceder vida, certamente a justiça viria da lei” (Gl 3.21) [1]. A lei foi dada para que ficasse patente diante de nós nossa total incapacidade de alcançar a justa e elevada norma de Deus em nosso estado de Queda (Rm 7.7). Afinal, ainda que “juntássemos tudo que é bom e santo, nobre e belo no homem, e apresentássemos o resultado aos anjos de Deus, como se desempenhasse uma parte da salvação da alma humana ou na obtenção do mérito, a proposta seria rejeitada como traição” [2]. Por isso, Paulo é tão enfático ao afirmar que “de Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes”.
Contrariando, no entanto, o que Deus afirma sobre a humanidade, muitos olham a si mesmos como indignos de tal condenação, ou olham a lei como a uma espécie de guarda brasileiro, que pode ser comprado caso se consiga reunir a quantia necessária para corrompê-lo. A lei, porém, é um guarda incorruptível, sendo, por isso, completamente impensável que o pecador consiga liberdade por meio dela.
Suborno belo e moral
Aquele, portanto, que espera ser salvo por alguma contribuição da lei é como o que tenta subornar o carcereiro para facilitar sua fuga. Um carcereiro justo, além de não deixá-lo fugir, fará com que o juiz aumente ainda mais a pena de tal transgressor. É exatamente o que ocorre comigo, com você e com todo aquele que tenta fazer com que a santa, justa e boa lei divina contribua de alguma forma para a salvação de sua alma. Com toda a sua suposta moralidade, o que ele tenta de fato é corromper a lei de seu bom propósito e, arrogantemente, pretender que Deus o aceite por um meio que Deus não proveu. Por isso, não apenas permanece preso, mas é visto como ainda mais culpado perante o Juiz de toda terra. O homem está absolutamente perdido.
O único meio
Um plano, entretanto, foi arquitetado. Tudo isso ocorreria até que viesse “o descendente a quem se fez a promessa” (Gl 3.19). Quando Cristo entra em cena, a lei não pode mais aprisionar aquele que crê na promessa de libertação, pois não há mais culpa sobre tal pecador, sua fiança foi paga, sua dívida saldada, seu regaste realizado – Cristo o comprou da escravidão, tomando o seu lugar (Mt 20.28; 1Tm 2.6; Ap 5.9).
É por esse motivo que Paulo abre o capítulo 3 da Carta aos Gálatas de forma tão incisiva, chamando os gálatas de insensatos. É uma completa estupidez pretender ser salvo pela lei, pois “é evidente que pela lei ninguém é justificado diante de Deus, porque: O justo viverá da fé” (Gl 3.11). A lei não tem vida para dar (Gl 3.21), mas Cristo tem (Jo 10.10). Essa é a única forma do homem imperfeito ser liberto da condenação de uma lei perfeita. É o meio que Deus providenciou e não há outro.
Por isso, o mesmo carcereiro que nos prende, não pode mais nos reter quando temos fé em Cristo, porque, nesse momento, Cristo troca nossa imperfeição por Sua perfeição, nossa injustiça por Sua justiça e nossa desobediência por Sua obediência. De modo que, ao olhar para o pecador que tem fé em Cristo, Deus não vê as imperfeições do homem, mas a perfeição de Cristo sobre ele. Assim, somos libertos da condenação, pois a lei, que é justa, não pode mais aprisionar aquele que, pelos méritos da justiça de Cristo, já foi declarado justo. Esta belíssima passagem esclarece esse ponto:
“A lei requer justiça, e esta o pecador deve à lei; mas é ele incapaz de a apresentar. A única maneira em que pode alcançar a justiça é pela fé. Pela fé pode ele apresentar a Deus os méritos de Cristo, e o Senhor lança a obediência de Seu Filho a crédito do pecador. A justiça de Cristo é aceita no lugar do fracasso do homem, e Deus recebe, perdoa, justifica a alma arrependida e crente, trata-a como se fosse justa, e ama-a tal qual ama Seu Filho.” [3]
Quando queremos usar a lei para alcançar vida, estragamos a lei e encontramos morte. Novamente, Ellen White resume magistralmente esse problema: “O princípio de que o homem se pode salvar por suas próprias obras, e que jaz à base de toda religião pagã, tornara-se, também, o princípio da religião judaica. Implantara-o Satanás. Onde quer que seja mantido, os homens não têm barreira contra o pecado”. [4]
Precisamos chamar o pecado pelo nome. Tentar justificar-se por obras não é cristianismo, mas paganismo. É seguir as artimanhas do próprio Satanás. E não é só isso. Geralmente, pensamos que quanto mais buscamos nos justificar pela obediência à lei, mais santos e justos nos tornamos. É o exato oposto. Talvez isso ajude a explicar um curioso fenômeno: aqueles que costumam oprimir as pessoas na igreja com um legalismo extremo, mas que não raro são descobertos, por exemplo, vivendo em adultério por anos. Certa vez, ouvi uma frase que resume isso bem: “Todo legalista extremo ou é tarado ou é ladrão”. Como numa tentativa de maquiar sua imundície, tornam-se como os fariseus que passavam uma bela tinta sobre sepulcros, cujo interior estava repleto de podridão (Mt 23.27). Afinal, “onde quer que [esse pensamento da justificação pelas obras] seja mantido, os homens não têm barreira contra o pecado”. O legalismo não é uma barreira contra o pecado, mas a própria retirada dessa barreira.
“Muitos cristãos parecem acreditar que legalismo é um extremo e pecado é outro extremo. Um seria o oposto do outro. Assim, o legalismo consistiria em ser “fiel demais”, “rigoroso demais” com as coisas de Deus (quer entendamos isso como algo negativo ou positivo). Mas, quando lemos Gálatas, uma das coisas mais impressionantes é perceber que Paulo apresenta o legalismo como produto da “carne” – isto é, da nossa natureza pecaminosa (Gl 3:3; 4:23, 29; 6:12-13; cf. Fp 3:3-4; Cl 2:18); portanto, da mesma espécie e no mesmo nível que “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias” etc. (Gl 5:19-21). Legalismo, segundo a Bíblia, não é o oposto de pecado, mas um pecado entre vários outros. Para ser mais exato, o legalismo consiste na própria essência do pecado – retirar Deus do centro e, em lugar dEle, colocar o nosso ego.” [5]
Não à toa, a justificação somente pela fé fere o orgulho humano. Imagine a pessoa passar a vida inteira crendo ser boa e justa, mas descobrir que não é nada disso. Se ela não se sentir liberta por essa mensagem, ela se sentirá ofendida por você. Não estranhe se, ao pregar, como disse Ellen White, “a mensagem do evangelho de Sua graça […] à igreja em linhas claras e distintas”, você perceber as pessoas inquietas em seus bancos ou mesmo querendo lhe trucidar na saída. Afinal, “o que é justificação pela fé? É a obra de Deus em lançar por terra a glória do homem, e fazer pelo homem aquilo que não está ao seu alcance fazer por si mesmo. Quando os homens veem sua própria inutilidade, preparam-se para serem revestidos com a justiça de Cristo.” [6]
Acredite, é profundamente difícil para quem se acha bom e autossuficiente ter sua glória lançada por terra e perceber sua própria inutilidade e insuficiência. Ainda assim,
não assuma ninguém a atitude limitada e acanhada de que qualquer das obras do homem possa ajudar, no mínimo que seja, a liquidar a dívida de sua transgressão. É este um engano fatal. Se o quiserdes entender, deveis cessar de acariciar vossas idéias favoritas, e de coração humilde contemplar a expiação. Este assunto é compreendido tão vagamente que milhares de milhares, afirmando ser filhos de Deus, são filhos do maligno, porque confiam em suas próprias obras. Deus sempre exigiu boas obras, a lei as exige, mas como o homem se colocou no pecado, onde suas boas obras não tinham valor, unicamente a justiça de Cristo pode prevalecer. Cristo pode salvar perfeitamente, porque sempre vive para fazer intercessão por nós. Tudo que o homem pode fazer no sentido de sua salvação, é aceitar o convite: “Quem quiser, tome de graça da água da vida.” Ap 22:17. Pecado algum pode ser cometido pelo homem, para o qual não se tenha dado satisfação no Calvário. Assim a cruz, em fervorosos apelos, constantemente oferece ao pecador uma expiação cabal”. [7]
Perceba, isso é muito, muito sério! “Milhares de milhares, afirmando ser filhos de Deus, são filhos do maligno, porque confiam em suas próprias obras”. Não é estarrecedor que isso não seja dito constantemente e com clareza em muitas igrejas? Afinal, “o pensamento de que a justiça de Cristo nos é imputada, não por algum mérito de nossa parte, mas como um dom gratuito de Deus, é um precioso pensamento. O inimigo de Deus e do homem não quer que esta verdade seja claramente apresentada; pois sabe que, se o povo a aceitar plenamente, está despedaçado o seu poder”. [8]
A justificação somente pela fé é humilhante ao ser humano, pois este se vê sem qualquer mérito e sem qualquer posição de exigência para com Deus. “Pois, quem conheceu a mente do Senhor? Quem se tornou seu conselheiro? Quem primeiro lhe deu alguma coisa, para que lhe seja recompensado?” (Rm 11.34-35. A21).
Torne-se distinto e claro o assunto de que não é possível efetuar coisa alguma em nossa posição diante de Deus ou no dom de Deus para nós, por meio do mérito de seres criados. Se a fé e as obras adquirissem o dom da salvação para alguém, o Criador estaria em obrigação para com a criatura. Eis aqui uma oportunidade para a falsidade ser aceita como verdade. Se alguém pode merecer a salvação por alguma coisa que faça, encontra-se, então, na mesma posição que os católicos para fazer penitência por seus pecados. A salvação, nesse caso, consiste em parte numa dívida que pode ser quitada com o pagamento. [9]
Por isso, é pura insensatez subornar o guarda. A lei é um bom carcereiro. É não apenas inútil insistirmos em tentar “molhar a mão” de um guarda assim! Não existe suborno belo e moral. É por isso que a tentativa de sermos salvos por nossa moralidade é, em si, imoralidade por excelência. Assim, quanto mais você tenta ser salvo por sua obediência e moralidade, mais perdido, desobediente e imoral se torna. “O justo viverá pela fé”. É pela fé em Cristo que o justo tem vida. É para Ele que a lei aponta ao mostrar nossa total impossibilidade de alcançarmos vida por ela.
Os 7 bilhões de anões
Certa vez me disseram que eu não tenho altura, tenho hora. Afinal, altura seria de 1,60 para cima. De 1,59 para baixo é hora. Pois bem, do alto de meus 1,55 de altura (hora) tenho dificuldade para pegar algo numa prateleira alta. Coisa que, para meu primo, que joga basquete e mede mais de 1,90, não há qualquer empecilho. Suponha agora que o problema não seja alcançar um item numa prateleira. Qual vantagem meu primo teria sobre mim se o desafio fosse alcançar as estrelas? Tão ridículo quanto Suleiman Ali Nashnush, o jogador de basquete mais alto de todos os tempos, com seus 2,44, achar que por sua altura pode alcançar Vênus, são nossas tentativas de alcançar a salvação por meio de nossa obediência. Nossas obras podem demonstrar vantagens em alcançar coisas nesta terra, mas absolutamente nenhuma vantagem quando se trata de alcançar o Céu. Nesse ponto, nossa incapacidade, como dizia o personagem Chicó, de Ariano Suassuna, “iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados”. [10]
O mundo possui 7 bilhões de anões tentando chegar a Deus por sua altura e envergadura moral. Não só isso, cada vez que tentamos nos justificar diante de Deus por nossa obediência à lei, somos doentes renais usando a bênção da água como maldição. Estamos forçando uma pedra impossível de passar, aumentando nossa dor e nosso problema. Somos tolos tal como o jovem rico, que tenta empurrar um camelo pelo fundo de uma agulha, crendo que se tentarmos o suficiente e se organizarmos direitinho, vai dar certo. Será mais fácil nos furarmos na agulha ou levarmos um coice ou uma mordida do camelo. Jesus deixou bem clara a impossibilidade dessa travessia para nós (Mt 19.24-25). Assim, o pobre menino rico, “sem saber que era impossível, foi lá e soube”. Só Deus pode operar tal milagre (v. 26).
Nossas obras, portanto, além de serem insuficientes para nos salvar, ainda nos tornam mais culpados quando queremos apresentá-las a Deus em troca de salvação. Somos salvos por obras, mas não as nossas, e sim a obra perfeita de Cristo. A obra perfeita que o Pai troca pela minha e pela sua imperfeição.
Se o homem não pode, por qualquer de suas boas obras, merecer a Salvação, então ela tem de ser totalmente pela graça… Ela é inteiramente um dom gratuito. A Justificação pela Fé está fora de controvérsia. E toda esta discussão estará terminada logo que seja estabelecida a questão de que os méritos do homem caído, em suas boas obras, jamais poderão obter a vida eterna para ele. [11]
Em vez de tolamente querermos subornar o carcereiro e tentarmos o impossível, porque não simplesmente crer na obra que Ele operou e desfrutarmos a salvação que, de graça, nos é oferecida? “Que darei ao Senhor por todos os benefícios que ele me tem dado? Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor” (Sl 116.12-13). Ele, somente ele, merece toda a glória por isso!
Referências:
[1] Salvo quando especificada, todas as referências bíblicas deste texto foram extraídas da Almeida Revista e Atualizada.
[2] WHITE, Ellen. Fé e Obras. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2007, p. 21.
[3] WHITE, Ellen. Mensagens Escolhidas. Vol. 1. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2007, p. 367.
[4] Idem. O Desejado de todas as nações. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2002, pp. 35 e 36.
[5] CARDOSO, Matheus. Facebook. 22 jun. 2017. Disponível em: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=10210200087102964&id=1363065654&mibextid=oFDknk&rdid=cvMlEXMSvtmBv7PL. Acesso em: 2 out. 2024.
[6] WHITE, Ellen. Review and Herald, 04/11/1890.
[7] WHITE, Ellen. Mensagens Escolhidas. Vol. 1. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2007, p. 343.
[8] WHITE, Ellen. Obreiros Evangélicos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2001, p.161.
[9] WHITE, Ellen. Fé e Obras. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2007, p. 20.
[10] SUASSUNA, Ariano. Auto da Compadecida. 16. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.
[11] WHITE, Ellen. Fé e Obras. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2007, p. 20.